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Bolas na trave e falta de pontaria custam caro ao Náutico na Série B

Uma declaração do técnico Bruno Pivetti após a derrota por 4 a 0 para o Juventude, na última segunda-feira, resgatou um problema do Náutico que já foi relatado outras vezes na temporada: a falta de eficácia ofensiva.

Bolas na trave e falta de pontaria custam caro ao Náutico na Série B
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Uma declaração do técnico Bruno Pivetti após a derrota por 4 a 0 para o Juventude, na última segunda-feira, resgatou um problema do Náutico que já foi relatado outras vezes na temporada: a falta de eficácia ofensiva.

Na ocasião, o treinador citou as bolas na trave contra Goiás e Juventude como exemplos das oportunidades que não foram convertidas em gol.

“Temos criado algumas oportunidades de gol. No último jogo contra o Goiás, tivemos muita falta de eficácia ofensiva: criamos boas oportunidades, tivemos duas bolas na trave. Hoje (contra o Juventude) tivemos mais uma bola na trave. Precisamos ser o mais assertivos possível para melhorar nosso aproveitamento”, afirmou.

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O lamento de Pivetti tem algum fundamento. No total, o Náutico soma 21 bolas na trave nesta Série B. Junto com o CRB, é o líder do ranking desse quesito na competição, segundo levantamento do Gato Mestre, do ge.

Em algumas partidas, essas bolas na trave poderiam ter mudado o resultado - e deixado o Náutico numa outra situação na classificação. No levantamento jogo a jogo, sete confrontos podem ser destacados por terem tido pelo menos uma finalização na trave que, caso convertida, alteraria o placar final.

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Contra Goiás, Atlético-GO, Juventude e Novorizontino, um gol a mais poderia ter transformado empates em vitórias. Diante do Fortaleza, o gol poderia ter evitado a derrota por 1 a 0. Já contra o Botafogo-SP, uma bola na trave convertida poderia ter mudado o empate por 1 a 1.

O caso do Ceará chama atenção pelo volume: foram três bolas na trave em uma partida que terminou com derrota por 1 a 0. Se todas as finalizações destacadas nesses sete jogos tivessem terminado em gol, o Náutico poderia ter conquistado até 14 pontos a mais.

Jogos que poderiam ter outro resultado caso a bola na trave tivesse sido convertida:

Goiás – 2 bolas na trave (empate em 0 a 0)Atlético-GO – 1 bola na trave (empate em 1 a 1)Juventude – 1 bola na trave (empate em 0 a 0)Novorizontino – 1 bola na trave (empate em 2 a 2)Fortaleza – 1 bola na trave (derrota por 1 a 0)Botafogo-SP – 1 bola na trave (empate em 1 a 1)Ceará – 3 bolas na trave (derrota por 1 a 0)

Trata-se de um cenário hipotético, que não considera como os gols poderiam alterar o andamento das partidas. Ainda assim, o levantamento mostra como a falta de precisão em momentos decisivos contribuiu para deixar pontos pelo caminho.

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